Me faz bem
Me faz bem,
e todo dia eu acordo renovado.
Não reclamo das coisas do passado e,
-de fato-
deixo todas pra mais além.
Me faz bem
ver um sorriso no teu rosto.
E na verdade, dá tanto gosto, que,
-sem mentira-
chego até a sorrir também.
Me faz bem,
e eu à noite durmo mais tranqüilo.
E se o vento sopra, quero ouvi-lo,
-e entendê-lo-
como se falasse com alguém.
Me faz não, me fazes
- que o mérito é todo teu -
E vamo conjugá dereito, indiada!
No meio da aula de bioquímica, com a cabeça zunindo de sono, o pescoço ainda reclamando daquela mesa de sinuca, e a marvada correndo solta nas veias, entre um mate e outro (e umas enzimas que eu não lembro mais o nome), escrivinhei uns versinhos.
Como ontem não entrei aqui, vão hoje, enquanto eu, de fato, deveria estar dormindo.
Minha cabeça tá dando voltas (e não é de cachaça), e eu to achando isso o máximo. Lá vem revolução de novo, que eu to sentindo. Vamos ver no que eu me torno dessa vez. Que tá até meio monótono esse lance de carpe diem. Perder as estribeiras não eras, que o fígado reclama, o trabalho reclama, a chefe reclama, o bolso reclama, e no fim das contas a gente acaba tomando certas atitudes e machucando quem não merece (enquanto quem merece uns planchaços fica aí no costado, numa boa).
Aliás, azar. Hoje eu acordei feliz da vida, e meu dia foi muito bem aproveitado. Ecovegetal, não vi, mas joguei bastante truco e matei a saudade de preparar fósseis. E pra coroar, voltei de 375, relembrando os bons tempos do primeiro semestre, falando bobagem.
Só esse Cavanhas que não me caiu muy bien.
Pero que, las hay, las hay. E amanhã cedo tem aula. Tomar um mate em alemão e dar umas boas risadas.
e todo dia eu acordo renovado.
Não reclamo das coisas do passado e,
-de fato-
deixo todas pra mais além.
Me faz bem
ver um sorriso no teu rosto.
E na verdade, dá tanto gosto, que,
-sem mentira-
chego até a sorrir também.
Me faz bem,
e eu à noite durmo mais tranqüilo.
E se o vento sopra, quero ouvi-lo,
-e entendê-lo-
como se falasse com alguém.
Me faz não, me fazes
- que o mérito é todo teu -
E vamo conjugá dereito, indiada!
No meio da aula de bioquímica, com a cabeça zunindo de sono, o pescoço ainda reclamando daquela mesa de sinuca, e a marvada correndo solta nas veias, entre um mate e outro (e umas enzimas que eu não lembro mais o nome), escrivinhei uns versinhos.
Como ontem não entrei aqui, vão hoje, enquanto eu, de fato, deveria estar dormindo.
Minha cabeça tá dando voltas (e não é de cachaça), e eu to achando isso o máximo. Lá vem revolução de novo, que eu to sentindo. Vamos ver no que eu me torno dessa vez. Que tá até meio monótono esse lance de carpe diem. Perder as estribeiras não eras, que o fígado reclama, o trabalho reclama, a chefe reclama, o bolso reclama, e no fim das contas a gente acaba tomando certas atitudes e machucando quem não merece (enquanto quem merece uns planchaços fica aí no costado, numa boa).
Aliás, azar. Hoje eu acordei feliz da vida, e meu dia foi muito bem aproveitado. Ecovegetal, não vi, mas joguei bastante truco e matei a saudade de preparar fósseis. E pra coroar, voltei de 375, relembrando os bons tempos do primeiro semestre, falando bobagem.
Só esse Cavanhas que não me caiu muy bien.
Pero que, las hay, las hay. E amanhã cedo tem aula. Tomar um mate em alemão e dar umas boas risadas.


1 Comments:
Ahaam...
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