Verdes com castanho
Como podes, assim tão pequena,
assim tão doce, tão serena,
me causar tamanho sofrimento?
E me ensinar, com um mero olhar,
a te querer, a te gostar,
mas não a esquecer tal sentimento?
Quisera eu poder gritar, e com as mãos arrancar
essa flor que brota no meu peito.
Pois mais difícil do que amar, é querer se apaixonar
e não saber fazer direito.
Esse é interessante. O primeiro e o terceiro versos surgiram há mais de ano, e nunca consegui encaixar nada mais. Claro, escrever sem conhecer, que petulância. Pois bem. Deveriam servir de aviso, porque agora esses versos possuem um contexto. Em mim, e no poema. Mas acima de tudo, em mim. Escrevi isso no ônibus, indo pro vale. No meio de meus pensamentos, esses versinhos dançaram, e eu resolvi escrever o resto. Nada rebuscado, nada caprichado, mas fiquei contente. Porque é mais ou menos como eu me encontro no momento.
To em construção de novo. Ou melhor, em fase de teste. Fora da concha, bem ou mal. Tive o prazer de provar momentos doces, os mais doces da minha vida, e o revés de viver dias amargos. Mas concluí: é besteira se esconder. Hora de colocar a cara a tapa, definitivamente. E não aceitar, quando não me convém. E brigar pelas pessoas a quem eu quero. E rir, e chorar. E parar de escrever isso, porque to me sentindo um idiota, me confessando para um notebook.
Deixo de nota, que nesse meio tempo longe, escrevi como um alucinado. Alguns dos melhores que já fiz. E vou ser egoísta, e guardar todos para mim. Esses tem um valor especial.
assim tão doce, tão serena,
me causar tamanho sofrimento?
E me ensinar, com um mero olhar,
a te querer, a te gostar,
mas não a esquecer tal sentimento?
Quisera eu poder gritar, e com as mãos arrancar
essa flor que brota no meu peito.
Pois mais difícil do que amar, é querer se apaixonar
e não saber fazer direito.
Esse é interessante. O primeiro e o terceiro versos surgiram há mais de ano, e nunca consegui encaixar nada mais. Claro, escrever sem conhecer, que petulância. Pois bem. Deveriam servir de aviso, porque agora esses versos possuem um contexto. Em mim, e no poema. Mas acima de tudo, em mim. Escrevi isso no ônibus, indo pro vale. No meio de meus pensamentos, esses versinhos dançaram, e eu resolvi escrever o resto. Nada rebuscado, nada caprichado, mas fiquei contente. Porque é mais ou menos como eu me encontro no momento.
To em construção de novo. Ou melhor, em fase de teste. Fora da concha, bem ou mal. Tive o prazer de provar momentos doces, os mais doces da minha vida, e o revés de viver dias amargos. Mas concluí: é besteira se esconder. Hora de colocar a cara a tapa, definitivamente. E não aceitar, quando não me convém. E brigar pelas pessoas a quem eu quero. E rir, e chorar. E parar de escrever isso, porque to me sentindo um idiota, me confessando para um notebook.
Deixo de nota, que nesse meio tempo longe, escrevi como um alucinado. Alguns dos melhores que já fiz. E vou ser egoísta, e guardar todos para mim. Esses tem um valor especial.


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