Sunday, April 01, 2007

Gosto é gosto, rosto é rosto.

Eu gosto disso,
de como tu me deixas inseguro,
e desse frio na minha barriga,
a cada vez que te procuro.
E como perco as palavras
quando quero falar contigo,
e até do meu silêncio tímido
a cada vez que não consigo.
E de como minhas pernas tremem
quando te tenho nos meus braços.
E da maneira como meu peito explode
a cada vez que o faço.
E da recompensa dourada
sempre que te roubo um beijo.
E da alegria inesperada
que brota em mim quando te vejo.

É bobagam não falar.
Acho que gosto mesmo de ti.


Ia enfeitar bem esse, e rebuscar a linguagem, fazer métrica e uma rima mais rica. Mas é o poema cru que expressa melhor o poeta. Por isso fica assim.
Aliás, escrevi esses versos em menos de cinco minutos. Verdadeira enxurrada mental. Ou seria emotiva?
Não importa, o que vale é o resultado.
Termino por aqui que eu acabo de queimar o meu carreteiro.

A propósito: apesar de tudo, festinha quase inesquecível!!!

2 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Bah flavio, tu tah escrevendo bonito einh...

Hahahahahahahha

Bjão guri

3:08 PM  
Blogger Flávio Pretto said...

Por que será?
;)

6:59 AM  

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